Eliane Auer

Só quem conhece a alma do poeta é que sabe onde moram suas emoções.

Textos



É véspera de eleições.

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Ainda ouço os jingles, bandeiras, fogos e carros de propagandas de candidatos.
Ainda chegam os “santinhos” na caixa de correspondência.
A sujeira nas ruas já começou!
Hoje gostaria de deixar uma reflexão de bem fácil entendimento.

 
Você sabe o que é voto de gratidão?
È aquele que você vota achando que deve obrigação a alguém a alguém.
Lembre-se que é obrigação do político fazer benfeitorias na cidade com o dinheiro dos nossos impostos pagos.
Estar agradecido é uma coisa, se sentir obrigado a votar é outra coisa bem diferente.
Ninguém é obrigado a votar no “irmão” da igreja, seja católico ou evangélico, só porque o padre ou pastor pediram.
Lembre-se que só devemos obediência a Deus.
Fazer o bem e ser solidário é obrigação de todos calçarem ruas, fazer escolas, trazer desenvolvimento para o município, apoiar eventos culturais, desenvolver projetos sociais é obrigação do representante escolhido espontaneamente pelo povo. Isso não é presentinho de político para ninguém!
Temos livre arbítrio.
O voto é um exercício de cidadania, não é instrumento de troca de favores, muito menos de ser motivo de troca por dentaduras, cestas básicas ou talões de luz e água pagos.
Denunciem a compra “descarada” de votos. E boca de urna.
 
E o voto de cabresto?

 
O voto de cabresto é um sistema de controle  de poder dos políticos através doabuso de autoridade, comprando  votos ou utilizando a máquina pública. É um mecanismo muito recorrente nos locais mais  mais pobres do Brasil como característica do coronelismo.
O coronelismo era muito comum durante o princípio da República, especialmente nas regiões mais distantes e de interior  do Brasil.
O coronel era um grande fazendeiro que utilizava seu poder econômico para garantir a eleição dos candidatos que apoiava.
Era usado o voto de cabresto, onde o fazendeiro obrigava e usava até mesmo de violência para que os eleitores de seu "curral eleitoral" votassem nos candidatos em que ele apoiava.
Como o voto era aberto, os eleitores eram pressionados e fiscalizados por empregados agressivos do coronel, para que votassem nos candidatos por ele indicados. O coronel também utilizava outros recursos para conseguir seus objetivos políticos, tais como compra de voto,  troca de favores, fraudes eleitorais e violência e até mesmo votos inexistentes.
Lembre-se:
Uma vez que você tenha concluído a sua votação, arcará com a tranquilidade na consciência ou com a tristeza do arrependimento de não ter feito por livre e espontânea vontade a sua escolha.
Eliane Auer (Moça Bonita)
Enviado por Eliane Auer (Moça Bonita) em 06/10/2012


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